Profissional analisando painel de segmentação de anúncios com gráficos e público alvo em destaque
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Quando penso em resultados surpreendentes em campanhas digitais, logo lembro das inúmeras ocasiões em que optei por sair do óbvio na segmentação de anúncios. Ao longo das duas últimas décadas, presenciei uma transformação intensa: o crescimento de plataformas, o avanço do machine learning e, claro, o surgimento de novas possibilidades para segmentar públicos. Mesmo assim, em 2026, percebo que muitos profissionais ainda investem apenas nas segmentações tradicionais.

Hoje, quero compartilhar sete técnicas pouco usadas que, na minha opinião, podem ser a diferença entre campanhas medianas e cases de destaque, como tantos que acompanhei junto à eVision. Estas abordagens não só desafiam o padrão, mas também foram fundamentais para aumentar vendas e retenção em e-commerces inovadores.

1. Segmentação por intenção de busca futura

Muitos anunciam para quem já tem intenção clara de compra. Mas em alguns projetos recentes que acompanhei, vi ótimos resultados ao definir públicos com potencial para demandas futuras. Essa segmentação é baseada em análises comportamentais, onde o usuário ainda não pesquisou diretamente o produto, mas já apresenta sinais de interesse, como visitas a conteúdos correlatos ou buscas que antecedem a decisão.

Antecipar a vontade do cliente gera vantagem real.

Ao identificar esses sinais por análise de dados, é possível criar campanhas que “plantam a semente” antes que o desejo amadureça. Inclusive, abordei essa abordagem em um artigo sobre estratégias digitais inovadoras, destacando como ela aumenta a taxa de conversão em funis longos.

2. Segmentação por padrões de engajamento transversal

Já se perguntou por que alguns visitantes interagem com produtos de categorias aparentemente desconectadas? Na eVision, vi isso acontecer diversas vezes no e-commerce. Clientes que pesquisam tecnologia, mas também se interessam por artigos esportivos, por exemplo.

O segredo dessa técnica é segmentar usuários pelo cruzamento de interesses que, à primeira vista, não se relacionam. A vantagem? Sua oferta pode aparecer para públicos “escondidos” e inesperados, que dificilmente seriam alcançados pela lógica usual de segmentação por categoria ou perfil.

Gráfico colorido cruzando diferentes interesses de consumo dentro do e-commerce

3. Segmentação por micro-momentos de consumo

Em 2026, as jornadas de compra são dinâmicas, rápidas e fragmentadas. Uma técnica que revolucionou o desempenho de campanhas de meus clientes foi a identificação de “micro-momentos” específicos em que o consumidor está aberto a determinados tipos de ofertas – muitas vezes, esses momentos duram só minutos.

Explorando sinais como horário, localização e contexto de navegação, é possível focar em instantes de máxima receptividade. Por exemplo: promover acessórios de treino logo após buscas por academias próximas. Pequenos detalhes que, agregados, criam impacto.

4. Segmentação comportamental por recorrência sutil

Nem só quem compra regularmente merece sua atenção. Notando padrões entre usuários que visitam a loja de tempos em tempos – sem frequência fixa –, percebi que segmentar anúncios para oferecer novidades ou conteúdos aos que repetem sutilmente comportamentos gera reengajamento com custos baixos.

A repetição nem sempre é explícita, mas revela afinidade.

Diferença importante: não são visitantes diários, nem tão ausentes. Observe atividades irregulares, criando públicos de “quase retorno”. Ao trabalhar com e-commerces na eVision, ficou claro que não basta mirar apenas nos clientes recorrentes clássicos: os visitantes que demonstram “recorrência sutil” são subvalorizados e rendem bons frutos.

5. Segmentação por eventos de vida inesperados

Muitos já focaram em casamento, nascimento de filhos ou mudanças grandes. Recentemente, testei segmentar clientes por eventos menos óbvios, como adoção de animais, ingresso em novo curso ou troca de celular. O resultado: altíssima taxa de engajamento e CTR diferenciados.

Esses eventos são identificáveis por dados de navegação, interações sociais ou alterações cadastrais. Criar segmentações considerando pequenas transições da vida, e não somente os grandes marcos, mostra atenção ao detalhe e um cuidado que encanta.

Diversos eventos cotidianos representados por ícones ao redor de uma tela de computador

6. Segmentação por contexto semântico

Esta abordagem avançou muito com a evolução da inteligência artificial. Em vez de limitar o público a interesses fixos, passamos a analisar o “clima” dos conteúdos que o usuário consome. Por exemplo, percebi sucesso ao segmentar anúncios enquanto o cliente navega por textos otimistas ou artigos técnicos, pois o contexto emocional ou cognitivo influencia fortemente o impacto da mensagem.

A análise contextual semântica permite veicular anúncios com mais empatia, considerando o sentimento do momento. Em meus testes, perceber o “tom” semântico de um blog antes de exibir o anúncio aumentou o tempo de permanência do usuário e taxas de clique.

Se quiser aprofundar o tema, recomendo acessar a seção de marketing digital, onde compartilho exemplos sobre como a análise de contexto potencializa campanhas.

7. Segmentação colaborativa baseada em tendências cruzadas

A última técnica é aquela que mais gosto de usar junto à equipe de inovação da eVision: a identificação colaborativa de tendências entre diferentes segmentos usando dados anonimizados. Em vez de olhar só para o seu próprio e-commerce, olhe para padrões compartilhados, como aumento conjunto em buscas por sustentabilidade, conforto ou experiências digitais.

Essa abordagem transforma clusters de clientes em públicos dinâmicos, que mudam a cada tendência detectada. O segredo está na análise de dados em lote, cruzando aprendizados com parceiros estratégicos ou dentro das próprias marcas, sem nunca expor individualidades.

Quem quiser se aprofundar nessa técnica pode conferir nossas melhores práticas em análise de dados e no artigo como detectar tendências para segmentação.

Como avançar na segmentação criativa?

Vi de perto ao longo dos anos que campanhas bem segmentadas, mesmo usando técnicas fora do padrão, não só rendem mais vendas e ROI – elas criam conexão. Clientes percebem personalização, sentem-se compreendidos e tendem a se fidelizar. Quanto mais relevante seu anúncio, maior a chance de atrair o clique certo.

Se você ficou curioso para saber como a metodologia TRENDS, da eVision, aplica essas estratégias de forma prática, vale conferir nosso case sobre microsegmentação em segmentação de campanhas inovadoras.

Conclusão

A verdadeira inovação em publicidade digital, principalmente no e-commerce, nasce do olhar atento e da coragem de experimentar. As técnicas de segmentação pouco usadas que compartilhei aqui foram responsáveis, em vários momentos da minha trajetória, por transformar lojas comuns em exemplos de sucesso sustentável.

Segmente além do óbvio: seus anúncios podem surpreender quem você nem imaginava atingir.

Se você quer conhecer mais a fundo como transformar sua loja virtual em referência de vendas e fidelização, entre em contato com a eVision. Vamos conversar sobre o futuro do seu e-commerce e encontrar juntos a estratégia ideal para o seu público!

Perguntas frequentes

O que é segmentação de anúncios pouco usada?

Segmentação de anúncios pouco usada refere-se a técnicas e métodos que fogem das opções mais tradicionais e amplamente aplicadas por profissionais de marketing digital. Em vez de mirar apenas grupos demográficos ou interesses genéricos, essas estratégias buscam públicos alternativos, momentos específicos ou cruzamentos de dados que não são explorados pela maioria das marcas. O foco está em criar campanhas que alcançam usuários por ângulos inovadores, gerando resultados que muitos deixam passar.

Quais são as técnicas novas em 2026?

Entre as técnicas novas e pouco exploradas em 2026 estão a segmentação por intenção de busca futura, padrões de engajamento transversal, micro-momentos de consumo, recorrência sutil de comportamento, eventos de vida inesperados, contexto semântico e tendências colaborativas entre segmentos. Essas abordagens combinam análise de dados avançada e inteligência artificial para identificar públicos que não seriam encontrados por filtros clássicos.

Como aplicar segmentação avançada nos anúncios?

Para aplicar segmentação avançada, o caminho começa pelo profundo entendimento do comportamento do consumidor. É fundamental mapear jornadas, analisar dados de navegação, identificar eventos e cruzar informações usando ferramentas de análise e automação. Em seguida, configure campanhas específicas para os públicos selecionados, teste variações e monitore os resultados de perto, ajustando conforme novos padrões emergem. O apoio de especialistas, como a equipe da eVision, pode ajudar a encontrar oportunidades únicas para cada loja virtual.

Vale a pena usar segmentações pouco exploradas?

Sim, vale muito a pena. Técnicas de segmentação pouco exploradas costumam atingir públicos menos saturados por concorrentes, elevando a taxa de resposta, engajamento e consequente retorno sobre o investimento. Além disso, mostram ao cliente uma preocupação real com suas necessidades e desejos, potencializando a identificação da marca, como sempre busco fazer nos projetos da eVision.

Onde encontrar exemplos de segmentação criativa?

Você pode encontrar exemplos de segmentação criativa em materiais especializados, como conteúdos na seção de marketing digital, estratégia e análise de dados no blog da eVision. Ali, compartilho estudos de caso, guias e insights sobre como sair do lugar comum e experimentar novas abordagens que transformam resultados.

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Rogerio Fujii

Sobre o Autor

Rogerio Fujii

Rogerio Fujii atua há duas décadas como copywriter e web designer, ajudando empresas a potencializar sua presença digital e a criar experiências impactantes no universo do e-commerce. Apaixonado por tecnologia, tendências de mercado e design centrado no usuário, Rogerio dedica-se a traduzir estratégias complexas em soluções criativas e acessíveis, sempre com foco em resultado e inovação. Seu trabalho transforma negócios digitais, elevando faturamento e fidelização de clientes.

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