Gestor observa miniatura de loja virtual com fluxos de IA conectados

A IA agentic da VTEX representa uma mudança importante na forma como eu enxergo a gestão de e-commerce: saímos de ferramentas que apenas geram conteúdo ou respondem perguntas para sistemas capazes de interpretar objetivos, identificar oportunidades e executar determinadas ações dentro da operação.

Durante 2025, vimos a inteligência artificial generativa ganhar espaço rapidamente no varejo digital. Textos, imagens, descrições de produtos e campanhas passaram a ser produzidos com muito mais velocidade.

Em 2026, o movimento que mais me chama atenção é outro.

A discussão está avançando da geração para a execução.

Na própria visão atual da VTEX, a plataforma apresenta o AI Workspace como um ambiente em que agentes especializados podem atuar em áreas como dados, catálogo, promoções, busca e alocação de pedidos. Alguns desses recursos estão em acesso prioritário e outros ainda aparecem oficialmente como “em breve”, o que é importante considerar antes de planejar qualquer implantação.

Para mim, esse é o ponto mais interessante da IA agentic no commerce:

não se trata apenas de perguntar algo para uma IA. Trata-se de aproximar análise, decisão e execução.

O que é IA agentic no e-commerce?

IA agentic é uma abordagem em que agentes de inteligência artificial conseguem interpretar objetivos, analisar contexto e executar ou coordenar tarefas com diferentes níveis de autonomia.

Isso vai além do chatbot tradicional.

Um chatbot normalmente reage a uma pergunta.

Um agente pode receber um objetivo, consultar informações, tomar decisões dentro dos limites definidos e acionar processos para chegar a um resultado.

É justamente nessa direção que vejo a VTEX posicionando seu ecossistema de IA.

A companhia descreve atualmente seu AI Workspace como um sistema operacional nativo de IA para commerce, pensado para diminuir a distância entre insight, decisão e execução.

Na prática, isso pode significar agentes especializados em:

  • análise de dados;
  • atendimento ao consumidor;
  • descoberta de produtos;
  • conteúdo;
  • catálogo;
  • promoções;
  • busca;
  • operações de pedidos.

Não significa entregar toda a empresa para uma inteligência artificial.

Significa automatizar determinados fluxos dentro de regras, permissões e objetivos definidos pela operação.

Qual a diferença entre IA generativa e IA agentic?

A IA generativa produz conteúdo. A IA agentic acrescenta capacidade de agir sobre processos e perseguir objetivos.

Essa diferença é fundamental.

Eu posso usar IA generativa para criar uma descrição de produto.

Com uma arquitetura agentic, posso caminhar para um cenário em que um agente:

  1. identifica produtos com conteúdo incompleto;
  2. analisa padrões e diretrizes da marca;
  3. propõe melhorias;
  4. executa as alterações permitidas;
  5. acompanha os resultados;
  6. continua otimizando dentro das regras estabelecidas.

É uma mudança de:

“gere algo para mim”

para:

“ajude a atingir este objetivo e execute o que estiver autorizado.”

Na minha visão, é aqui que a IA começa a interferir de maneira muito mais profunda na produtividade de uma operação digital.

1. Usar agentes de IA no atendimento e pós-venda

Uma das aplicações mais maduras hoje está no atendimento: agentes podem consultar contexto do commerce e resolver solicitações repetitivas antes que elas precisem chegar a uma pessoa.

A VTEX atualmente apresenta sua CX Platform com agentes capazes de atuar em canais como webchat, WhatsApp e outros ambientes conversacionais.

Entre os exemplos apresentados pela própria plataforma estão:

  • consultar status de pedidos;
  • iniciar trocas;
  • tratar devoluções;
  • responder dúvidas;
  • orientar compras;
  • escalar o atendimento para um humano quando necessário.

A VTEX informa que, em chamados elegíveis, seus agentes podem atingir mais de 90% de resolução autônoma. Esse número deve ser entendido dentro do contexto apresentado pela própria empresa, e não como uma garantia para qualquer operação.

Para mim, o ganho mais importante não é simplesmente “reduzir pessoas”.

É utilizar pessoas onde elas realmente acrescentam valor.

Se um consumidor quer apenas saber onde está o pedido, não faz sentido obrigá-lo a esperar por um atendente para consultar uma informação que o sistema já possui.

Quando o caso exige negociação, sensibilidade ou uma decisão fora do padrão, o atendimento humano continua essencial.

Onde eu vejo maior valor?

Principalmente em operações com grande volume de perguntas repetitivas:

  • “Onde está meu pedido?”
  • “Como faço uma troca?”
  • “Meu pagamento foi aprovado?”
  • “Quando meu produto chega?”
  • “Posso devolver este item?”

Ao automatizar essa primeira camada, eu consigo transformar atendimento humano em uma área mais focada em exceções e relacionamento.

A aquisição da Weni pela VTEX também reforçou essa frente. Atualmente, a documentação da Weni está integrada ao ecossistema VTEX e inclui criação e gestão de agentes para comunicação com consumidores.

2. Fazer perguntas aos dados com o Data Insights Agent

O Data Insights Agent transforma perguntas em linguagem natural em análises sobre a operação, reduzindo a distância entre o gestor e os dados.

Essa é uma aplicação que considero especialmente interessante.

Durante anos, uma pergunta aparentemente simples como:

“Quais categorias perderam vendas nas últimas semanas?”

poderia exigir:

  • acesso ao BI;
  • elaboração de consulta;
  • manipulação de planilha;
  • ajuda de um analista;
  • espera por um relatório.

A proposta do Data Insights Agent é permitir que equipes façam perguntas em linguagem natural e recebam análises capazes de identificar tendências, anomalias e oportunidades. A VTEX o apresenta atualmente como um recurso de acesso prioritário dentro de sua estratégia de IA.

Na prática, perguntas poderiam seguir linhas como:

  • Quais produtos perderam vendas neste mês?
  • Quais categorias cresceram mais?
  • Onde existem possíveis rupturas?
  • Houve alguma anomalia nas vendas desta semana?
  • Quais áreas merecem investigação?

Isso não elimina a necessidade de profissionais de dados.

Pelo contrário.

Quanto mais fácil fica consultar os dados, mais importante se torna saber fazer boas perguntas e interpretar corretamente as respostas.

Para mim, esse é um dos grandes efeitos da IA sobre a gestão de e-commerce.

O acesso ao dado deixa de ser o maior gargalo.

A capacidade de transformar informação em decisão passa a ser ainda mais importante.

3. Usar IA para catálogo e conteúdo em escala

Outra aplicação prática está na evolução de conteúdo e catálogo, especialmente em operações com milhares de SKUs.

Quem já administrou um e-commerce grande sabe o tamanho desse problema.

Um catálogo pode acumular:

  • títulos inconsistentes;
  • descrições incompletas;
  • atributos ausentes;
  • padrões diferentes entre fornecedores;
  • informações pouco claras;
  • conteúdo desatualizado.

Fazer essa revisão manualmente produto por produto simplesmente não escala.

A visão atual da VTEX inclui um Catalog Agent voltado à melhoria da qualidade do conteúdo do catálogo em escala, seguindo diretrizes de merchandising. No momento da minha revisão deste artigo, a própria VTEX ainda apresenta esse agente como “em breve”.

Além disso, a plataforma já destaca recursos de CMS com GenAI para criação e otimização de conteúdo em escala.

Eu vejo aplicações claras em:

  • enriquecimento de descrições;
  • padronização de conteúdo;
  • adaptação para diferentes mercados;
  • identificação de informações faltantes;
  • produção de variações;
  • apoio à otimização para busca.

Mas existe uma condição.

IA não elimina governança de conteúdo.

Quanto maior o catálogo, mais importante é definir regras de marca, terminologia, informações obrigatórias, padrões técnicos e processos de aprovação.

Sem isso, a IA pode apenas produzir inconsistência em uma velocidade maior.

4. Melhorar busca e descoberta de produtos com IA

Busca com IA deixa de trabalhar apenas com correspondência de palavras e passa a tentar compreender melhor contexto, intenção e comportamento do consumidor.

Esse é um tema especialmente relevante porque quem utiliza a busca interna de um e-commerce costuma demonstrar uma intenção mais clara.

Imagine alguém pesquisando:

“jaqueta impermeável masculina para viagem”

Uma busca limitada exclusivamente a palavras exatas pode entregar resultados ruins caso os produtos tenham sido cadastrados utilizando outra terminologia.

Sistemas mais inteligentes conseguem trabalhar melhor contexto, atributos e intenção.

A VTEX atualmente apresenta AI Search & Recommendations como uma solução de busca contextual e recomendações personalizadas em tempo real. Também anunciou um Search Optimizer Agent destinado à otimização automática da relevância da busca, embora este último ainda apareça como recurso futuro em sua documentação comercial atual.

Para mim, esse é um ótimo exemplo de onde IA pode melhorar experiência e negócio simultaneamente.

Uma busca melhor pode ajudar o usuário a:

  • encontrar produtos mais rapidamente;
  • descobrir alternativas;
  • refinar sua intenção;
  • navegar por categorias;
  • reduzir pesquisas sem resultado.

E fornece para a empresa um sinal extremamente valioso:

o que o cliente está tentando comprar.

5. Personalizar recomendações e a jornada de compra

A quinta aplicação está na utilização de IA para compreender contexto e comportamento e apresentar produtos ou experiências mais relevantes para cada momento da jornada.

Recomendação não é algo novo no e-commerce.

O que está mudando é a capacidade de trabalhar contexto em tempo real.

A própria VTEX apresenta atualmente uma solução de AI Search & Recommendations que combina busca contextual com recomendações personalizadas.

Isso pode ajudar em situações como:

  • sugerir produtos complementares;
  • apresentar alternativas semelhantes;
  • adaptar recomendações ao comportamento;
  • apoiar descoberta de produtos;
  • orientar compras em interfaces conversacionais.

Eu gosto de pensar nesse recurso menos como “vender mais um item” e mais como diminuir o esforço necessário para o consumidor encontrar aquilo que faz sentido para ele.

Quando uma recomendação é boa, ela parece ajuda.

Quando é ruim, parece publicidade.

Essa diferença é fundamental.

E o Visual Editor Agent?

O Visual Editor Agent apareceu na comunicação da VTEX como uma das frentes de sua evolução de IA, inclusive relacionado à otimização de interfaces sem código.

Mas eu não colocaria hoje essa funcionalidade como uma das cinco principais deste artigo sem fazer uma ressalva.

A comunicação mais recente da VTEX dá maior destaque ao AI Workspace, Data Insights Agent, Catalog Agent, Promotions Agent, Search Optimizer Agent, CMS com GenAI e soluções de Agentic CX.

Esse é exatamente o tipo de cuidado que considero importante quando falamos de tecnologia.

Produtos mudam.

Nomes mudam.

Roadmaps mudam.

Um bom projeto não deve ser desenhado apenas em cima de uma demonstração ou anúncio.

Precisa considerar a disponibilidade real para aquela conta, mercado e momento.

A IA agentic substitui uma equipe de e-commerce?

Não vejo dessa forma. O papel mais interessante da IA agentic é assumir partes repetitivas da execução e aumentar a capacidade do time humano de analisar, decidir e criar.

Pense em um gestor de e-commerce.

Hoje ele pode gastar tempo:

  • puxando relatórios;
  • procurando anomalias;
  • solicitando alterações;
  • conferindo tarefas;
  • acompanhando processos repetitivos.

Se agentes conseguirem assumir parte dessa operação com segurança, o profissional pode direcionar mais energia para:

  • estratégia;
  • posicionamento;
  • experiência;
  • planejamento;
  • negociação;
  • inovação;
  • decisões comerciais.

Para mim, o ponto não é homem contra máquina.

É:

qual trabalho ainda precisa de inteligência humana e qual trabalho não deveria consumir horas humanas todos os dias?

IA agentic significa deixar a IA agir sozinha?

Não necessariamente. Autonomia precisa ser acompanhada de governança, permissões, limites e supervisão.

Esse ponto é crucial.

Quanto maior a capacidade de um sistema agir, maior precisa ser a clareza sobre:

  • quais dados ele pode acessar;
  • quais ações pode executar;
  • quais ações exigem aprovação;
  • quais limites comerciais existem;
  • como decisões são registradas;
  • quem acompanha resultados;
  • como erros são revertidos.

É relativamente simples aceitar que uma IA sugira um texto.

É muito mais sensível permitir que ela altere preços, promoções ou processos operacionais.

Por isso, acredito que a maturidade em IA agentic não será medida pela quantidade de agentes ativados.

Será medida pela capacidade de colocar autonomia onde faz sentido e controle onde é necessário.

Quais benefícios eu vejo para operações de e-commerce?

Na prática, vejo cinco ganhos principais.

Mais velocidade

Menor intervalo entre identificar um problema e agir sobre ele.

Menos trabalho repetitivo

Equipes deixam de gastar tempo em determinadas tarefas operacionais que podem ser automatizadas.

Dados mais acessíveis

Gestores conseguem interagir com informações sem depender sempre de consultas técnicas.

Experiência mais contextual

Busca, recomendações e atendimento podem responder melhor à intenção do consumidor.

Escalabilidade operacional

O crescimento deixa de exigir aumento proporcional de esforço humano em determinados processos.

Nenhum desses benefícios acontece automaticamente.

A tecnologia precisa estar conectada a um problema real.

Como começar a usar IA agentic na VTEX?

Eu começaria pelo problema, não pelo agente.

É muito fácil olhar uma demonstração de IA e querer ativar tudo.

Prefiro seguir outra ordem.

1. Identificar um gargalo

Onde a operação perde mais tempo ou dinheiro?

Atendimento?

Dados?

Busca?

Catálogo?

Conteúdo?

2. Medir o cenário atual

Defina uma linha de base.

Tempo de atendimento, conversão da busca, volume de tarefas manuais, erros de catálogo ou outro indicador relevante.

3. Verificar disponibilidade

Nem todos os recursos anunciados pela VTEX estão necessariamente disponíveis para todas as contas.

A própria comunicação atual diferencia recursos em acesso prioritário daqueles classificados como “em breve”.

4. Criar regras claras

Defina o que o agente pode fazer sozinho e o que precisa de validação humana.

5. Começar por um caso de uso

Não tente automatizar a empresa inteira.

Resolva bem um problema.

6. Medir resultado

Compare produtividade, custo, qualidade e impacto sobre a experiência.

7. Escalar o que realmente funcionou

Só depois leve a lógica para outras partes da operação.

Essa abordagem reduz bastante o risco de transformar IA em mais uma coleção de ferramentas sem impacto real.

O que muda na gestão de um e-commerce com agentes de IA?

Na minha visão, a mudança mais profunda é sair de uma gestão baseada em tarefas para uma gestão cada vez mais baseada em objetivos e resultados.

Hoje, um gestor pode dizer:

“extraia este relatório”.

Depois:

“analise esses dados”.

Depois:

“mande essa informação para marketing”.

Depois:

“altere esta campanha”.

A visão agentic tenta aproximar todas essas etapas.

O gestor passa a definir mais claramente o objetivo.

Os sistemas ajudam a identificar caminhos e executar partes do processo.

É essa transição que considero realmente estratégica.

Não porque elimina trabalho humano.

Mas porque muda onde o trabalho humano gera mais valor.

IA agentic da VTEX já está disponível?

Parte das soluções já aparece comercialmente na oferta da VTEX, enquanto outras continuam em acesso prioritário ou classificadas como futuras.

Esse detalhe precisa ficar muito claro.

Em agosto de 2026, a VTEX apresenta publicamente soluções como Agentic Customer Experience, AI Search & Recommendations, CMS com GenAI e Data Insights Agent. Já agentes como Catalog Agent e Search Optimizer Agent aparecem em diferentes páginas como recursos em evolução ou “em breve”.

Por isso, antes de planejar um projeto, eu verificaria:

  • disponibilidade para a conta;
  • região;
  • produto contratado;
  • requisitos de integração;
  • estágio do recurso;
  • condições comerciais.

Não faria sentido construir uma estratégia contando com uma funcionalidade que ainda não está disponível para aquela operação.

Afinal, como usar IA agentic da VTEX no e-commerce?

Eu concentraria os primeiros casos de uso onde existe muito trabalho repetitivo, grande volume de dados ou necessidade constante de decisão.

Hoje, as cinco frentes que considero mais relevantes são:

  1. atendimento e pós-venda com agentes;
  2. análise de dados com Data Insights Agent;
  3. gestão e enriquecimento de conteúdo e catálogo;
  4. busca e descoberta de produtos com IA;
  5. recomendações e personalização da jornada.

Mais importante do que ativar IA em todas elas é identificar onde existe um problema suficientemente relevante para justificar a mudança.

Na eVision, eu acredito que tecnologia precisa começar pela estratégia.

IA pela IA vira demonstração. IA conectada a um objetivo de negócio vira transformação.

E é justamente por isso que vejo a IA agentic como uma evolução muito mais importante do que simplesmente gerar textos ou imagens mais rápido.

Estamos começando a discutir sistemas capazes de participar da operação.

Para quem lidera e-commerce, essa mudança merece atenção agora.

Perguntas frequentes

O que é IA agentic da VTEX?

É a aplicação de agentes de inteligência artificial capazes de interpretar contexto, gerar insights e executar ou coordenar determinadas ações dentro do ecossistema de commerce. A VTEX está estruturando essa visão por meio do AI Workspace e de soluções de experiência, dados, conteúdo, busca e atendimento.

Qual a diferença entre IA generativa e IA agentic?

IA generativa é focada principalmente na criação de conteúdo, enquanto IA agentic acrescenta capacidade de perseguir objetivos e executar tarefas dentro de regras definidas.

Quais agentes de IA a VTEX possui?

A oferta atual inclui ou apresenta em roadmap recursos como Data Insights Agent, Catalog Agent, Promotions Agent, Search Optimizer Agent, agentes de CX e outras capacidades coordenadas pelo AI Workspace. A disponibilidade varia e alguns recursos ainda aparecem como acesso prioritário ou “em breve”.

IA agentic substitui profissionais de e-commerce?

Não necessariamente. O maior potencial está em automatizar tarefas repetitivas e ampliar a capacidade de análise e execução das equipes. Estratégia, governança, criatividade e decisões complexas continuam exigindo participação humana.

Como começar com IA agentic em um e-commerce?

Comece escolhendo um problema específico, estabeleça indicadores, verifique a disponibilidade do recurso, defina limites de atuação do agente e meça o resultado antes de ampliar o uso.

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Rogerio Fujii

Sobre o Autor

Rogerio Fujii

Rogerio Fujii atua há duas décadas como especialista em e-commerce, ajudando empresas a potencializar sua presença digital, a criar experiências impactantes e aumentar as vendas. Apaixonado por tecnologia, tendências de mercado e varejo, Rogerio dedica-se a traduzir estratégias complexas em soluções criativas e acessíveis, sempre com foco em resultado e inovação. Seu trabalho transforma negócios digitais, elevando faturamento e fidelização de clientes.

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